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Alceu Dal Bosco apto a candidatura

| 09/04/2018 - 18:30

Alceu Dal Bosco apto a candidatura
A portaria nº 126, de 6 de abril de 2018 exonera, a pedido, Alceu Dal Bosco do cargo em comissão de Chefe de Gabinete do Prefeito do Município de Toledo, isso o deixa apto a ser candidato a deputado estadual pelo grupo do prefeito. Fonsatti era um dos nomes, mas, se desincompatibilizou apenas do CISCOPAR e agora, assumiu outro cargo na ITAIPU.
As “lambanças e o desequilíbrio”
Um indivíduo que recebe autoridade para comandar ou coordenar outros, deve ter acima de tudo e como premissa, “caráter de líder”, para poder gerenciá-los e manter um espírito de equipe instituído da essência de paz e harmonia. Na semana passada, depois que essa coluna levou a público a reunião convocada por cinco membros da GM, que estariam sendo assediados moralmente pela coordenação, parece que teve um efeito ainda mais nocivo ao tal “responsável” a ponto de o homem tomar algumas decisões mais graves ainda e provar que esse seu despreparo diante do cargo merece uma ação e não silêncio.
As “lambanças e o desequilíbrio” I
O tal coordenador de Fiscalização de Trânsito, senhor Edvaldo Torres Junior, da Guarda Municipal de Toledo vem demonstrando que seu sistema psicológico está abalado diante de tantos erros e decisões perante os demais integrantes da GM. Disseram-nos que o mesmo já explodiu com vários integrantes da corporação tratando de maneira desrespeitosa, desequilibrada, humilhando de forma agressiva e assediando moralmente diversos GMs, deixando evidente seu despreparo para tal posto de liderança. Claro, que, um “líder” tem que, em muitas ocasiões, mostrar “firmeza”. Mas, com respeito e equilíbrio!
As “lambanças e o desequilíbrio” II
Sei que diariamente alguém daquela corporação acaba sendo vítima deste coordenador, aumentando gradativamente o descontentamento dos GMs com o comando hoje estabelecido. Não bastando a coordenação de fiscalização, também existe uma grande insatisfação com Sirlei Gabiatti, diretora de segurança, que, repete tudo e ainda piora o ambiente. Agora, eu me pergunto, de o “porquê” dessa certeza de que eles podem abusar e não serem punidos? Será que seriam suas ligações “familiares” com o deputado “Schin? E o secretário, como está administrando essa situação, que pelo que se sabe já é insustentável? Mas esses desequilíbrios, não se limitam aos trâmites internos, eles estão afetando o cidadão contribuinte, pois as reclamações são constantes. Desde um atendimento telefônico ou até mesmo em uma abordagem, sabemos que prevalece a arrogância, voz alta e o menosprezo.
As “lambanças e o desequilíbrio” III
Para concluir esse “chato” assunto, mas de importância, pois estamos falando de atendimento público, nós cidadãos, pagamos seus salários e as ameaças ficaram bem mais EVIDENTES depois do puxão de orelha que o coordenador levou. Um dos meus “urubus”, disse que, assim que o coordenador saiu de uma conversa com o prefeito, o sangue fluiu nos olhos e de imediato, determinou que alguns Gms, que foram reclamar com o prefeito na agenda aberta, fossem restringidos de ter o acesso na secretaria. Também fez ameaças pelos corredores que processará os GMs que foram falar dele tentando os coagir.
As “lambanças e o desequilíbrio” IV
Enquanto no mundo, as corporações de seguranças dos municípios, avançam em todos os sentidos, aqui em Toledo a coisa degringola para um estilhaço da corporação. A situação está ficando sem controle e a cada dia cresce o desentrosamento, pois nem secretário, nem prefeito tomam providência para que, essas “lambanças e desequilíbrios” sejam resolvidos de forma harmônica. De última hora, nessa segunda feira o prefeito Lúcio de Marchi cancelou a reunião, mas, como o hall de entrada do gabinete estava repleto, com mais de 30 membros, resolveu depois de um belo chá de cadeira, receber apenas um integrante da GM.
As “lambanças e o desequilíbrio” V
Bom, pelo menos o prefeito cumpriu com a palavra de recebê-los. Agora resta saber se aceitará o pedido da troca do comando da tropa. Eu duvido, mas, se não o fizer, as consequências poderão ser bem maiores. Vale sempre lembrar que uma “mandato” acaba em quatro anos e daí vocês voltarão à rotina de GMs que é “trabalho”, e não disputa. Desculpe, mas serem discípulos de deputado “grosso e mal educado” dá nisso!
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