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Presidente da CNA defende fontes alternativas de financiamento para o agro

| 02/02/2018 - 20:48

Presidente da CNA defende fontes alternativas de financiamento para o agro

Ao discursar na abertura do seminário “Agro em Questão”, na quinta (1), o presidente da CNA, João Martins, defendeu ações para o fomento de fontes alternativas de financiamento que proporcionem maior inclusão financeira dos produtores rurais.
O seminário “Agro em Questão – Financiamento para o Agronegócio”, na sede da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), em Brasília, reuniu economistas, representantes do governo, de bancos, do setor produtivo, de cooperativas e produtores para debater desafios e alternativas que garantam o crescimento do setor.
Ao abrir seu discurso, João Martins afirmou que o crescimento da agropecuária gera preocupações com o crédito rural que tem um papel fundamental na busca da competitividade. “O crédito rural permitiu o aumento continuado da incorporação de tecnologias nos empreendimentos rurais, elevando a sua capacidade produtiva e o desempenho do setor”.
Mas as mudanças conjunturais, os cortes orçamentários recorrentes, o prazo exíguo dos financiamentos e a maior seletividade das instituições financeiras na concessão do crédito rural, por exemplo, trazem desafios tanto para o produtor, associações e cooperativas como para os demais agentes do agro. “Precisamos pensar no futuro, pensar nas demandas da moderna agropecuária brasileira”, disse Martins.
O presidente da CNA afirmou que os investimentos nas propriedades rurais são essenciais à incorporação e uso intensivo de tecnologias, contribuindo para a sustentabilidade das atividades “dentro da porteira”. São necessários também para aumentar o poder de barganha do produtor e a sua rentabilidade.
“Por isso, hoje, produtores, técnicos e autoridades são convidados a debater sobre como deverá evoluir o financiamento do agronegócio para assegurar o seu crescimento”.
Em seu discurso, João Martins também destacou a necessidade de discutir propostas de aprimoramento dos instrumentos de gestão de riscos, além do aumento da competitividade na oferta de crédito, atração de investimentos externos e pulverização das fontes de financiamento para o setor e ações para amenizar o impacto das restrições fiscais sobre a política de crédito rural oficial.
“Temos a certeza que os produtores rurais e o Brasil vão ganhar muito com a realização desse debate”, finalizou João Martins.
BNDES – Também na abertura, o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Paulo Rabello de Castro, falou sobre as linhas de financiamento da instituição financeira para o agro e os desembolsos para o segmento. Ele informou que o banco prepara a elaboração de um cartão para financiamento direto ao produtor, sem intermediação financeira.
Fonte: CNA
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