Gente X Poder

Velaram um vivo!

| 09/08/2017 - 18:00

O fato aconteceu em São José da Palmeiras, Neimar Bonetti, de 44 anos de idade, sentindo fortes dores de coluna, tomou um medicamento, mas como as dores o continuavam, acabou indo ao Pronto Atendimento Municipal da cidade de São José das Palmeiras. Por volta de 22 horas, o médico que o atendeu diagnosticou que o homem estava morto. O Médico firmou o atestado de óbito, que informa que a causa da morte teria sido Infarto do miocárdio.
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Familiares acionaram a funerária adotando os procedimentos de praxe, preparando o corpo para ser velado e quando a mãe do homem, colocou a mão sobre ele, percebeu que o corpo estava quente e que estava suando, indicando que o homem ainda estava vivo Imediatamente o homem foi levado ao pronto atendimento de Santa Helena.
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Outro médio o atendeu o “quase defunto” e atestou que ele realmente estava vivíssimo até então. Foram tomadas as providências necessárias no Pronto Atendimento de Santa Helena, mas ele acabou falecendo, de fato, por volta de 9 horas.
Delegados e policiais condenados
O Ministério Público do Paraná, por meio da Promotoria de Justiça de São Miguel do Iguaçu, apresentou nesta semana (8) ação civil pública em face de sete policiais civis, incluindo um delegado. Todos são acusados de participação em uma quadrilha de roubos de carga que agia na região de Medianeira e São Miguel do Iguaçu, desmantelada em 2014, com a Operação 100 anos, da unidade de Foz do Iguaçu do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco). O MPPR sustenta que a prática desses crimes não é compatível com a função de servidor público e configura ato de improbidade administrativa.
Delegados e policiais condenados
Os fatos ocorreram em janeiro de 2014. No dia 11, usando roupas e carteiras de policiais federais, quatro dos agentes da PC roubaram um caminhão que levava US$ 200 mil em equipamentos eletrônicos, artigos de informática, produtos de limpeza e gêneros alimentícios. Depois, esconderam a carga em uma propriedade em Urussanga, área rural de São Miguel do Iguaçu, ameaçando a família que estava no imóvel, um casal e dois filhos. As vítimas foram coagidas a manter a mercadoria roubada em um paiol – um dos rapazes foi obrigado a ajudar a descarregar a carga do caminhão e a comprar drogas para o consumo dos policiais.
Delegados e policiais condenados
No dia seguinte, um domingo, outros policiais civis foram à chácara, armados e caracterizados como policiais federais, e levaram parte das mercadorias. Na segunda-feira, 13 de janeiro de 2014, dois dos policias que roubaram a carga voltaram à propriedade rural, armados, e ameaçaram a família para que devolvessem os produtos. Colocaram a culpa nos filhos do casal e declararam que todos agora deviam R$ 600 mil a eles. Ainda em janeiro, o casal procurou o delegado para denunciar a situação, mas foi alertado a “não contar a ninguém” o que havia ocorrido. Pior – dias depois, o mesmo delegado e alguns investigadores foram à casa da família e apreenderam objetos pessoais, entre alimentos e produtos de limpeza, que não foram devolvidos. À época dos fatos, os policiais estavam lotados em Medianeira e o delegado em São Miguel do Iguaçu.
Delegados e policiais condenados
Como resume a Promotoria de Justiça na ação, “[…] os ilícitos praticados, porquanto comprovada a materialidade e existentes indícios veementes da autoria delitiva os quais recaem sobre os requeridos, sendo imperiosa a verificação das sanções cíveis cabíveis, uma vez que a prática de delito, por servidor público, vale dizer, por quem deve zelar pela legalidade e se submete aos Princípios norteadores da Administração Pública, implica, no caso, inegavelmente, em ato de improbidade administrativa.” Se condenado por ato de improbidade, os policiais podem perder a função pública, ter os direitos políticos suspensos e serem obrigados a pagar multa, entre outras sanções. Todos também respondem criminalmente pelos fatos apurados pelo MPPR
Lambanças, agora nas multas
Foi publicado nesse mês de agosto, portaria em que relacionou mais de uma dúzia de nomes de agentes de transito ditos como aptos a cumprirem a legislação. Alguns devem ter dormido durante os treinamentos do programa de capacitação por que, nesse dia 09 de agosto o agente 053 aplicou uma multa em um veiculo Pálio, placas AVB 4020 e quando o proprietário a leu, percebeu que quem foi penalizado, era o dono de uma moto Honda Titan 150 placa AVB5020. Bom, creio que ninguém pode pagar pelos erros dos outros e nesse caso, o dono do Palio, poderá ainda, receber um presentinho, já que ele se manifestou honestamente.
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