Editorial

ATERRO SANITÁRIO

| 02/03/2017 - 00:01

Senhoras e senhores, tenho buscado me manter em silêncio, mas, diante de situações de ataque a NOSSO GO-VER-NO, me incumbe o momento manifestar-me.
Reitero que quando assumimos em 2013, encontramos muitas situações que nos possibilitavam demonstrarmos que a competência que dizem ter, não é bem assim! Isso não nos levou a cada instante, "reclamarmos" como hoje "eles" fazem. Este comportamento, nos mostra uma posição de arrogância, auto-suficiência, um propósito de desconstrução de pessoas e ideias, uma situação que nos leva a concluirmos que "eles", apenas "eles", tem a verdade absoluta. Mas vamos ao assunto que nos trás para o este veículo de comunicação.
Quando da ação "espetaculoza" do café da manhã no aterro, esqueceram-se de mostrar as máquinas que lá estavam e encontravam-se em estado deplorável de conservação, questões que envolvem o controle de entrada dos resíduos, da qualidade nos espaços para a seleção dos recicláveis, além outras situações menores, e, a mais grave, o aterro teria vida curta. Nós para cumprirmos sem "mimimi", nossa tarefa de administrarmos, com secretário de meio ambiente, primeiro com Leoclides Luiz Rosso Bisognin, depois Edemar Rockembach, junto com suas equipes, muito competentes, técnicas, que aliás foram mantidas pela atual administração, destacando a Bióloga Michele Krenczynski, esta, CC-Cargo em Comissão, mantida a pedido do atual vice prefeito e anuida pelo deputado. Pergunto:- caso a situação estivesse tão caótica, manteriam eles, os mesmos técnicos que trabalharam em nossa gestão? Creio que não, né? Não houve falta de apoio, estrutura, recursos financeiros e materiais a estes e aos demais profissionais. NOSSO GO-VER-NO adotou postura de gestão fazendo o contato com BRF-Sadia no sentido de adquirir área contígua ao aterro, conseguimos! São quase 50 hectares. As tratativas com IAP para ampliação do aterro seguiram os trâmites normais, entre idas e vindas do processo, demorou quase dois anos, ambos os órgõas com suas dificuldades, dentro do que estabelece os protocolos, inclusive fazer estudos de impacto exigidos pelo IAP, estudos de ICTIOFANA(estudos de peixes existentes na região) e MASTOFAUNA(estudos de animais existentes na região). Os processos licitatórios foram feitos por três vezes, sem aparecer empresas ou profissionais que tivessem interesse em participar (cada processo leva de 60/90 dias para execução), portanto não houve negligência, a burocracia que o sistema público vive, é componente para análise real e verdadeira. "Eles" sabem disso. As pessoas se perguntam: - por que estas exigências? Quem as criou tem as respostas. Portanto é preciso levar em consideração estes aspectos, isso mostra seriedade no trato da PO-LÍ-TI-CA (viés dado pelos atuais mandatários). Sim! Nós fazemos política com letras maiúsculas, SÉRIA! Outra questão é a falta de pessoal que órgãos de governo tem, em especial em nível estadual. Também devemos salientar, que a vida útil do aterro já estava definida para pouquíssimo tempo, "eles" não produziram movimento para aquisição de nova área. Em algum momento, apenas, fôra negociado um pouco mais de dois hectares, que estavam reservados para resíduos de construção civil, através de um decreto, com recursos depositado em conta judicial, mas proprietário da área não aceitou, nós resolvemos a questão. adquirimos os quase 50 hectares, reitero. Outro elemento importante para análise, é um programa que uniu saúde pública e meio ambiente, foi o ECOPONTO ITINERANTE, que SALVOU vidas de pessoas, reduzindo drasticamente os índices de infestações do mosquito da DENGUE e possibilitando aos munícipes o descarte correto dos inservíveis. Vale lembrar o ecoponto era feito por pessoas em cargos comissionados, voluntários, servidores públicos e ainda o prefeito em quase todas as edições, aos sábados, reciclando o que é reciclável, contribuindo para aumentar a renda financeira para a associação dos trabalhadores de recicláveis, e destinando o que é orgânico para o aterro. No ecoponto foram próximo de 03(três) milhões de quilos recolhidos, trabalho feito corretamente. Nosso propósito é dar para opinião pública elementos reais para construir sua opinião. Estabelecendo reflexão através de nosso manifesto, com isso obtendo uma opinião balizada nas versões do acusador e daquele que se defende. Ainda, esta oportunidade nos proporciona que façamos um breve relato de alguns investimentos feitos em NOSSO GO-VER-NO, na politica de aterro sanitário. Veja:
1) AQUISICÃO DE QUASE 50 HECTARES DE ÁREA R$ 1.900.000,00 (1,4 mi em serviços e 500 mil em dinheiro) ;
2) CAMINHÃO, TRATOR DE ESTERIA PRÓXIMO DE R$ 1.000.000,00;
3) AQUISIÇÃO DE COMPACTADOR IMPORTADO R$ 1.6000.000,00 (já deve estar aí ou chegando, importado da Alemanha);
4) AMPLIAÇÃO DO BARRACÃO DA CENTRAL DE TRIAGEM R$ 500.000,00;
5) REFORMA E AMPLIAÇÃO DE REFEITORIO, COZINHA, BANHEIROS R$ 200.000,00;
5) BALANÇA ELETRONICA;
6) AMPLIAÇÃO DAS CELULAS, REDE DE DRENAGEM;
ENTRE OUTROS INVESTIMETOS.
Reitero meu desejo de pleno êxito ao prefeito Lúcio De Marchi e seu vice Tita Furlan, junto com todos do seu governo.
Beto Lunitti
Prefeito de Toledo (2013-2016)
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